Thrash com H

O MELHOR DA FASE…

terça-feira, 11 fevereiro, 2020 por Txuca

por märZ – escrito sexta-feira à tarde

Estou ouvindo “Quadra” pela terceira vez enquanto escrevo essas linhas. E já dou spoiler: o disco é muito bom!

Não me defino como uma das muitas viúvas dos irmãos Cavalera espalhadas mundo afora, apesar de sempre ter sido implacável com os erros do Sepultura atual – porque sempre houve acertos, também – e fico feliz quando uma das minhas outrora bandas do coração acerta no alvo.

Quem ouviu com atenção e isenção “Machine Messiah” já deve ter dado uma animada. Produzido pelo sueco Jens Bogren, trouxe uma banda mais solta e disposta a ousar mais. É um álbum coeso, muito bem produzido, com composições muito mais inspiradas do que 99% do que se encontra em trabalhos anteriores e pós “Chaos A.D.” (digam o que for, para mim “Roots” é um álbum fraco). Pois “Quadra” veio na mesma linha, produzido pelo Jens no mesmo estúdio, só que melhor. Mais ousado e intrincado em alguns momentos, alternando porradaria com experimentações envolvendo orquestras e corais.

Andreas aparentemente deixou – finalmente – de lado os solos “alavancados”, uma característica sua, e vem solando de verdade. Suas bases e riffs não devem nada a ninguém e muitas vezes fogem do lugar comum, sendo até surpreendentes. Paulo deve ter tido uma dor de cabeça enorme para gravar suas partes. Eloy é o que todos dizem: um monstro. Tentar descrever seu trabalho é chover no molhado; melhor ouvir.

E Derrick… bom, esse não mudou quase nada e nunca escondi minha antipatia com a performance do sujeito, seja em estúdio ou no palco. Mas depois do desastre que foi “The Mediator Between Head And Hands Must Be the Heart” – em boa parte devido à mix final – vem se acertando aos poucos. Ainda variando um pouco mais entre urros e melodias, e às vezes dá certo.

***

Detalhe: pesquisei e li 8 resenhas do álbum em sites de revistas gringas. Todas muito positivas. E não se trata de um beija-mão gratuito, pois quase todos os críticos fizeram questão de mencionar o quanto estavam descontentes e desanimados com a banda até recentemente. Eu penso que estamos vendo a seqüência de álbuns que deveria ter sucedido “Roots”: “Kairos”, “The Mediator…” – que não é ruim, mas mal produzido/mixado – “Machine Messiah” e, agora, “Quadra”. Esqueçam o resto. Ou coloquem outro nome de banda na capa.

Saldo final: melhor da fase Derrick (mesmo) e o baterista toca pra caralho (mesmo).

24 respostas

  1. märZ

    Notas: no fim do parágrafo sobre Derrick, onde se lê “ainda”, leia-se “anda”.

    Onde se lê “trabalhos anteriores e pós Chaos A.D.”, anteriores se refere a Quadra, e não a Chaos A.D.

  2. André

    Eu nunca questionei a capacidade musical da banda. Questiono a falta de ideias que por anos predominou no som dos caras e o Fumaça que, por mais que eu tente, não consigo gostar do vocal do cara. É muito ruim e arruina o bom instrumental da banda.

    Não ouvi nada desse álbum e não tenho grandes expectativas. Todo disco do Sepa que sai é a mesma coisa. ‘A banda evoluiu, entrou nos eixos e…”. Parece copia e cola. Mas, vou ouvir e espero que esteja bom mesmo (Machine Messiah não me convenceu).

    Sepultura é um desses casos de maior decadência na história da música. Impressionante.

  3. märZ

    André, a impressão que tenho é que NADA que o Sepultura fizer vai agradar as viúvas dos Cavalera. Sim, eu também prefiro a banda até “Roots” (ou pelo menos até “Chaos”), mas essa má vontade crônica que se vê por aí não me afeta tanto. Consigo ver méritos onde eles existem. E acho que a banda atual é outro artista; evoluíram, como qualquer outro. Todo lançamento do Sepultura é esperado como um possível novo “Arise”, e isso é simplesmente ridículo. Nem se Max e Igor estivessem na banda até hoje isso seria possível. Ninguém cobra do Slayer um novo “Reign In Blood”, ou do Metallica um novo “Master”, ou do Kreator um novo… sei lá, “Coma Of Souls”. Mas com o Sepultura essa cobrança existe.

    Se lançam um album crú como “Dante”, descem o pau. Se voltam a fazer um som groovy e cadenciado como em “Kairos”, descem o cacete. Se resolvem explorar novos territórios e expandir seu som como em “Machine” e principalmente nesse “Quadra”, continua não sendo bom o suficiente.

    Pra mim isso é pura implicância. Se há uma banda thrash da geração 80/90 que não pode ser acusada de complacência, de ficar se auto plagiando, é o Sepultura. Nunca lançam o mesmo album e não ficam se repetindo, sempre trazem algo diferente. E no entanto, é só pedrada.

    Imagino a paciência que Andreas deve ter com isso tudo… Deve ser proporcional ao seu talento, que inclusive é enorme e não recebe o reconhecimento merecido.

  4. André

    Nem é tanto implicância. É cansaço de esperar por algo que nunca vem. Como eu disse, eu não espero nada do Sepultura. O mesmo vale pra Metallica, Slayer, Iron Maiden, Judas Priest, etc. São bandas que marcaram o seu nome a ferro e fogo na história do metal e pronto. Mas, são bandas que durante anos, desovaram discos irregulares e parte do público cansou. O mundo é grande e tem muita banda, antiga e nova, fazendo coisa boa. O Flotsam And Jetsam (so pra citar um)lançou um disco muito bom ano passado. Possessed também. E, eu não esperava.

  5. Leo

    Posso assinar embaixo tanto desse texto como do seu comentário, märZ. Parabéns!

    Adiciono algumas notas:
    – Me parece que, mais que fazer um bom cd, o Sepultura agora tem uma IDENTIDADE pós-Max. É isso que tanto se cobrou e foi isso que, finalmente, eles entregaram!
    Uma identidade que não tem a ver com o Sepultura antigo. Algo efetivamente novo.
    – Acho o vocal do Fumaça bem encaixado pela primeira vez em anos! E, pra discórdia geral, digo que no Against e no Nation soa melhor que nos outros: óbvio! Afinal, escolheram o vocal praquele tipo de som! Quando muda o som, o vocal tem dificuldade de acompanhar.
    – A primeira metade do CD é melhor que a última!
    – Não acho que o Paulo tenha gravado o básico. Rs
    – Andreas e Eloi fizeram uma dupla, enfim, capaz de carregar os outros dois. O disco todo é virtuosismo de guitarra e bateria… E, pra minha surpresa, isso é uma virtude! Rs
    – Eloi toca muito!
    – É o melhor da fase Derrick!
    Hahahaha

  6. André

    Será que o Paulo tocou baixo dessa vez?

  7. Leo

    Será que o Paulo tocou baixo alguma vez?

  8. Marco Txuca

    Salvo engano, o Paulo tocou pela primeira vez em disco no “Roots”. E se os sons estão essa Coca-Cola toda q vcs e todo mundo anda dizendo, acho q a resposta é NÃO.

    Paulo só faz autorizar usar o nome na capa. Deprimente.

    O q tenho visto de modo geral é todo mundo elogiando, mas ñ na pagação brodística de sempre, mas mais com uma cara de POR Q DEMORARAM TANTO PRA FAZER?

    Tipo essa resenha de Sam Dunn:
    https://www.youtube.com/watch?v=ujHgtdaSvFE

    Q o Andreas tem garrafa pra vender na feira, todo mundo sabe; agora, essa acomodação q parece rompida desde o disco anterior é q chama atenção. Ñ a toa, a muié do Max veio com tudo pra cima.

    Tvz algo q o Tiago já dizia (e eu discordava) e o Leo vem endossando esteja acontecendo: a polaridade inverteu e o Sepultura finalmente está soltando trabalhos melhores q a concorrência Soulfly/CC.

    Ñ ouvi ainda. Uma hora vai rolar. E vai demorar, pq o Leo andou ameaçando q “Quadra” estará na lista de meus “melhores de 2020” ano q vem ahahah

    É q comprei um box de 8 cd’s de John Coltrane e retomei o cover de Megadeth e ando ensaiando esparsamente o cover de Iron Maiden e andei comprando uns cds aleatórios… então tudo isso vai me tomar tempo. Quando sobrar, irei ao “Quadra”.

    Uma pergunta a quem já ouviu e entusiasmou: vai dar pra fazer ao vivo?

  9. Tiago Rolim

    Rapaz, já cansei de defender o Sepultura. Digo apenas o seguinte; este Quadra está para a historia do Sepultura assim como o Beneath está para o Schizophrenia ou o Roots para o Chaos A.D. ou, para os que ouviram, o Dante XXI para o Roorback. Enfim, uma evolução clara e natural para a banda… Com esse não é diferente em relação ao Machine Messiah. Mas não acho o melhor, ainda acho o Kairos. Mas vamos dar tempo a esse. Pode subir e muito no conceito…
    Vamos ao meu ranking…
    1. Kairos
    2. Machine Messiah
    3. Dante XXI
    4. Roorback
    5. Against
    6. A-Lex
    7.Mediator… (apesar da mixagem)
    8. Nation. O pior fácil. Síndrome do stress pós traumático clássica.
    De bônus:
    Revolusongs(só covers)

    E sim, vai dar p fazer ao vivo.

  10. Tiago Rolim

    E só um detalhe; curioso como os mais recentes discos do Sepultura são muito mais comentados e repercutidos que os do Soulfly. CC eu nem comento. É abaixo da crítica essa palhaça dos irmãos.

  11. märZ

    Eu pensave sobre isso outro dia: ao vivo, só as duas primeiras, o resto nem pensar. Esse lance da polaridade, creio que faz sentido: realmente, o Sepultura vem desovando mais qualidade do que Max Inc.

  12. André

    Não é pra tanto. O Soulfly lançou ótimos discos com o Soulfly. Diferente do Sepultura que levou vinte anos pra voltar a ter relevância.

    Outro problema da fase Derrick é a ausência de hits. Qual é a Roots Bloody Roots do Derrick? A Territory? Arise? Não tem.

  13. André

    Correção : o Max lançou ótimos discos com o Soulfly.

  14. Tiago Rolim

    Tenha sim. Kairos (a música), Sepulnation, Choke, o cover do U2, Mas hoje em dia é difícil esses hits Como no passado. Quais os hitos do Metallica pós 1991? Ou DO Slayer, ou do… Soulfly?

  15. Marco Txuca

    Vamos lá:

    negar q o Soulfly tenha cometido ótimos discos, acho injusto. Birra. Até “Omen” (2010), tinham mais repercussão (crítica/público) q os Sepultura até então.

    O recibo q está sendo passado, reiterando meu comentário anterior aqui, de resenhas com cara de “por q demoraram tanto pra fazer disco bom?” + dona Gloria Sharon Osbourne Cavalera vir pra cima com mais gana do negão q em outros tempos, só atesta isso.

    Tvz do anterior pra cá, pegando o q o Leo falou, é q o Sepultura está com uma cara, q ñ a de hardcore meia boca ou de metal raquítico exibido até então. Tvz seja o baterista interferindo na composição? Creio mais no produtor.

    Ñ a toa, o mesmo desses 2 últimos incensados discos. Max, em seus fronts, foi ficando na zona de conforto: se autoproduzindo, tocando a assinatura própria, pondo Marc Rizzo pra tocar tudo, e o filho na bateria (e Zion melhorou MUITO no último disco), e agora vai ter q se coçar.

    Pois SEMPRE foi o compositor da bagaça, mesmo só tocando 4 cordas da guitarra desde o Sepultura. Andreas é um puta músico e tvz ajeitasse um pouco as coisas, mas ele sozinho nunca fez verão.

    Nem a “Vera Verão”. O Sepultura vai morrer com o Negão e o Paulo. A essa altura provavelmente ñ faz mais diferença falar bem ou falar mal. Curtir ou ñ ambos os “lados” ou “escolher” um, é de cada um.

    Hits? Ficaram todos no “Arise”, no “Chaos A.D.” e no “Roots”. Q é o q cada lado mais toca em show. Fato, ñ opinião. Tomara q isso mude tb.

    Analisemos as trajetórias objetivamente.

  16. märZ

    Alguém aqui disse que Soulfly não lançou bons discos? Os lança até hoje, mas inegável que são sempre mais do mesmo (e pode incluir o CC nessa soma). O Sepultura, do “Kairos” pra cá, subiu bastante a barra de qualidade, e no quesito ousadia sempre mandou melhor. Como eu disse antes, pode-se criticar o Sepultura por lançar discos fracos, mas não por complacência. Tenho todos os cds com Derrick, e todos são diferentes. Não consigo enxergar os lançamentos pós Max como “mais do mesmo”, e isso eu sempre defendi neles.

  17. Tiago Rolim

    Mas tem obras primas fora do Sepultura. O Prophecy ( melhor disco dele solo), O Enslaved, o Omem e o primeiro do Soulfly são ótimos. Todos excelentes. Mas é fato que desse o Enslaved que a coisa desandou feio pra lados do mendigo banguela. Mas isso não tira o mérito do passado dele fora do Sepultura.

  18. märZ

    Tiago, esse é o lance: as obras de ambos (Max vs Seps) possuem pontos altos e baixos. Mas existe uma má vontade crônica com o Sepultura que não ocorre com Max, e isso eu sempre achei injusto.

  19. André

    O que ocorreu com o Sepultura foi o efeito Blaze Bailey. A diferença é que o Steve Harris não teve a coragem ou falta de noção pra mante-lo na banda esse tempo todo e ver o público abandoná – los.

    O Max, desde que reatou com o Igor, entrou nessa de revival do Sepultura, seja com o CC, seja fazendo turnê tocando o Roots na íntegra. Do Enslaved pra cá, o caldo deu uma entornada. Não gostei do Savages e do Archangel. O Killed Or Be Killed ficou pelo caminho, pelo jeito.

    O Sepultura veio pro século XXI. Mas, ainda não me convenceu. Não gosto do vocal do Fumaça e não tem jeito.

  20. Leo

    Sou tendencioso pra falar do Soulfly, pq eu gosto até do que ninguém gosta dos caras.

    Acho que tem a fase new metal duro, dos dois primeiros; os três que se convencionou chamar de mais clássico; a partir daí, alternam um disco bom, um mais ou menos. E o próximo tende a ser dos bons… Talvez ainda mais, pq motivado pela disputa com esse novo Sepultura – coloco na conta, fundamentalmente, do ódio da dona Gloria Osbourne.

    Enfim…
    Quanto ao Sepultura novo, concordo com o Marcão, que a pergunta é “pq demoraram tanto?”
    Minha sugestão de resposta:não tinham um produtor que os colocasse na linha, os fizesse ouvir os próprios discos, e sentar muito tempo no inverno sueco, onde não se tem nada pra fazer, e fazer só música. Rs

    Eloy se destaca?
    Sim, mas acho que ele não é o ponto de virada da banda. Até pq o Jean tb era excelente baterista e não fez álbuns memoráveis!

    Quanto a clássicos, só um palpite: sou capaz de apostar que não vão tirar as duas primeiras músicas desse CD novo do setlist nunca mais.

    Sobre o vocal do Fumaça, acho que continua sendo o ponto baixo do álbum (não cito o baixo, pq ele não é tocado pelo Paulo, que é um ponto mais baixo na escala de qualidade do metal que o Lars no Metallica. Rs), mas, mesmo ele, está infinitamente mais bem encaixado que desde o Nation (insisto, embora ninguém goste do CD, que é onde o vocal dele apareceu melhor, pq é o que ele sabe fazer. Rs).

  21. märZ

    Eu sei que a gente se diverte falando que Paulo não grava o próprio baixo, mas isso é pura maldade: há tempos ele o faz, e a Nuclear Blast disponibilizou 3 videos de making off do “Quadra” onde se vê a gravação de guitara, baixo e bateria. Basta buscar no youtubo.

  22. Jessiê

    As críticas estão ótimas. Vou ouvir em algum momento. Não sou empolgado,nem cético, nem viúva. Não curto o praticumbum pra gringo do Max, neste ponto o sepultura (postmortem) me agrada mais.

    Se fosse um helloween com o kiske ficaria eufórico pra ouvir hahaha.

  23. Marco Txuca

    O Helloween com Kiske desovou um dvd duplo/cd ao vivo triplo pras viúvas. Q já tevem ter comprado 3 de cada ahah

    Queria propor uma outra abordagem desse lance Sep x Max: a real é q fazem 24 anos de ACOMODAÇÃO. Uma competição de nível muito baixo. Ambos os “lados” fazendo coisas aquém da capacidade, com a vantagem do Max de fazer o q sabe fazer, ao passo q o Andreas ficou de Robson Crusoé na parada.

    A birra com o Sepultura pra mim é em relação ao negão. E ñ por racismo: o cara É ruim.

    ****

    Curiosamente, Sepultura e Soulfly pertencem à mesma gravadora. Nuclear Blast. Ñ acho q tenha havido alguma comida de rabo de dono de gravadora, mas alguma indicação ou condução pra q produzissem alguma coisa melhor.

    A real é q a fila andou, a influência sepultúrica passou e a batmacumba parece ter lá ainda seus adeptos, mas ñ pega mais. Evidência: Machine Head zumbi.

    Resultado? Sepultura lançando – pelo q vcs falam – o segundo disco realmente foda em 24 anos (insisto: o tom da crítica é o de “porra, por q demoraram tanto?”), com direito a turnê como headliner (como há muito ñ faziam). Crowbar e Sacred Reich (ex empresariados pela Gloria Osbourne) ñ são bandinhas qualquer.

    A bola da vez agora tá com o sr. Maximiliano e decidir se toca o Soulfly como trampo integral, com direito a turnê literal (já dá pra fazer turnê comemorativa dos primeiros) em vez de ficar requentando Sepultura. Ao mesmo tempo em q nos 2 recentes passáveis, já se vê alguma mudança: músicas “meio Rizzo” e no “Ritual” recente, um baixista de verdade.

    Tenho impressão de q o papel dessa gente toda como PROTAGONISTA no metal como um todo estaria bem prestes a acontecer. E uma segunda chance ñ é todo mundo q tem.

    Os caras todos ficaram vivendo de miojo 24 anos. Agora bora mostrar serviço. E calar a dona Gloria e a sra ex Cavalera Mônica Bass. Aliás, duas das 3 motivações da treta. Ou passar a viver (só) de intriga em rede antissocial.

  24. André

    Também houve uma puxada por parte da Roadrunner pra cima do Sepultura. O Nation e o Against sequer tiveram videoclipes, salvo engano.

    Acho que deve ter rolar uma pressão da gravadora pros caras mostrarem mais serviço.

    Outro problema do Max é que o cara lança muita coisa. É uma overdose se discos e, pior, muito parecidos uns com os outros. Faça um disco foda e não três meia sola. O Sepultura está aprendendo a lição. Vou tentar deixar a birra de lado e ouvir de novo alguns discos como o Roorback, Dante, A-Lex e Kairos. Discos com músicas boas, mas, irregulares como um todo.

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