Thrash com H

CHEMISTRY

terça-feira, 14 janeiro, 2020 por Txuca

40 anos depois… o q ficou?

4 respostas

  1. märZ

    Acho que qualquer um que curta o tipo de som que nós gostamos há de concordar que ficou um puta disco de rock, seja lá a que rótulo se refira, e um dos melhores da banda.

  2. Marco Txuca

    Eu tenho q esse teu comentário resume bem o q foi o Rush: uma banda sem rótulo, ela mesma.

    Constam no Metal Archieves, mas nunca foram propriamente heavy metal. Nem progressivo (houve a “fase” progressiva), nem prog ou prog metal (q ñ existiam. “Natural Science” daqui foi precursora), nem pop. O Rush foi o Rush em suas inúmeras “subdivisões”.

    ***

    “Permanent Waves” pra mim é apenas o melhor da banda. E tem q ser lido no contexto dos anterior (“Hemispheres”) e posterior (“Moving Pictures”).

    No anterior, se lambuzaram na firula e na técnica (embora eu ressalte q NUNCA vi no Rush alguma firula desnecessário, exibicionista), daí resolveram “compactar” as coisas. Veio “Permanent Waves”.

    Um disco progressivo, de músicas incrivelmente complexas, mas extremamente conciso. 35 minutos totais! Lição q eles repetiriam à frente no “Moving Pictures” e na fase oitentista, q muita gente desdenha.

    Uma curiosidade: tem 6 sons de propósito, pra marcar os 6 anos de banda. Como “Moving Pictures”, 1 ano depois, conteve 7 sons. E o “Hemispheres” anterior (de 1978) teve 4 músicas. E ainda o “Signals” (1982) compareceu com 8. Pirações racionais e emocionais idiossincráticas.

    Recomendei ao Leo como iniciação à banda, tb pelas letras. “The Spirit Of Radio” critica o mainstream; “Freewill” fala, obviamente, de livre arbítrio. “Entre Nous”, belíssima, fala de separação com um feeling absurdo. Aliás, letras todas do Sr. Peart.

    Tem a melhor música da banda de todos os tempos pra mim, “Jacob’s Ladder”, absurda e insólita. E única. E isso me basta na maioria das audições.

  3. André

    No Beyond The Lighted Stage, o Billy Corgan cita Entre Nous e fala do significado dela pra ele. Rush é dessas bandas clássicas que eu preciso parar e ouvir com atenção.

  4. Marco Txuca

    Dica: tire 35 minutos sagrados pra ouvir “Permanent Waves”. Seguindo as letras.

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