Thrash com H

ESTAÇÕES NO ABISMO

terça-feira, 9 abril, 2019 por Txuca

As coisas andam esquisitas por aqui. Q é capital. Imagina na Copa.

Público: procura-se.



Quanto ao bailão abaixo, cabe lembrar aos mais novos q Jesus Jones ñ faz o mesmo tipo de som de Rotting Christ ou Impaled Nazarene, hum?

Vai q alguém se engana.

Vai q alguém vai.

16 respostas

  1. märZ

    O “problema” de Sampa acho que é bem simples: show demais. Nessas bandas de segundo escalão, o público acaba rareando, é inevitável. Mas os promotores de espetáculo estão todos aí, não tem como fugir. Vai fazer UM show no Brasil? É em São Paulo.

  2. FC

    Inclusive o post põe abaixo a ladainha de que brasileiro só vai em show de gringo.

    Concordo com o märZ que shows demais são uma questão importante, mas vou além. Mesmo nessas bandas de segundo ou terceiro escalão os preços são exorbitantes.

    Dia desses considerei a possibilidade de ver o Kip Winger no Manifesto (me julguem) e o valor era nada menos do que R$ 240. Pra um artista de 30 anos atrás, num bar.

  3. Tiago Rolim

    Um exemplo de como Esse E shows são absurdos de caros, vai rolar o Abril pro Rock lá em Recife. Com Amorphis, Ratos(tocando o Brasil), Nuclear Assault, a volta(que ninguém pediu, mas tá lá), do The Mist entre outras bandas. Sabe quanto o ingresso??, 50 kitsgay!!!! 50!!! Não sei o preço, mas aposto que só o Amorphis em SP deve ser no mínimo o dobro.

  4. Marco Txuca

    Amorphis aqui, 200. Ñ dá.

    Tudo der certo, irei ao Nuclear Assault no Sesc. 30 reais. Vi Ektomorf outro dia, Sesc tb: 30 reais. Krisiun, começo do ano, 20.

    São Paulo já atingiu a saturação, nesse sentido. E a picaretagem, tanto quanto: jam com “integrantes do Angra” em show de Jesus Jones? PQP

    Outra coisa ainda: VUUR está anunciado há mais de ano.

  5. Tiago Rolim

    Engraçado, Sepultura tocando no Sesc é fim.de carreira. Krisiun é legal! Qual a diferença?

  6. Marco Txuca

    Diferenças:

    1. Max
    2. Moysés
    3. Alex (baixista)
    4. Krisiun ñ é uma ex-banda em atividade
    5. Sepultura tocou de quinta-feira (dia fraco) ano passado no Sesc Pompéia, a 20 ou 30 contos, e fiascou
    6. Sepultura tem rastro de shows cancelados pelo Nordeste, Sul e interior nos últimos anos
    7. empresária do Sepultura ainda é a ex do ex baterista? Guria amadora e reaça q fica compartilhando posts estilo “apoio metal nacional” no Facebook?
    8. Sepultura fazer show de graça a essa altura só ressalta a falta de demanda. Bem diferente de 1991, quando tocaram de graça na Praça Charles Miller, servindo de divulgação e marketing pré-viagem à Europa
    8. Sepultura de graça num sábado no Parque Dom Pedro era MUITO arriscado (bem mais do q a machadinha da Charles Miller). Ñ fui, ñ conheço quem foi, mas tiraram lá uma selfie Maiden q parece q tinha uma galera

    O resto é implicância ahah

    E o Krisiun foi 25 cada. 50 pra ver 2 shows. Sepultura ñ vou nem de graça.

  7. märZ

    É inegável que o Sep vem em decadência há muitos anos, apesar de ainda ser uma boa banda ao vivo (sens Predador) e gravar albuns regulares (e somente isso). O que é uma pena, pois são uma das minhas bandas do coração (pelo menos no período dourado). Hoje em dia voltaram a ser maiores lá fora do que aqui. Aliás, que decepção o tal documentário, hein?

  8. FC

    “Engraçado, Sepultura tocando no Sesc é fim.de carreira. Krisiun é legal! Qual a diferença?”.

    Tiago, entendo da seguinte maneira: não em termos de qualidade musical – daria uma semana de conversa – mas a “empresa” Sepultura foi uma das maiores do mundo nos anos 90, sendo headliner ou co-headliner nos grandes festivais e caminhando lado a lado no mesmo nível, digamos, empresarial com os mestres do gênero como Ozzy, Metallica, Megadeth, Kiss etc. Um show desses no Sesc poderia ser um lance diferente, intimista, mas mostra o tamanho que eles têm hoje e a quantidade de pessoas que estão a fim de vê-los.

    Já o Krisiun sempre foi uma empresa de porte pequeno/médio. Um show no Sesc está mais do que perfeito para o que eles oferecem e para quem está a fim de ver.

  9. Leo

    No embate entre Sepultura e Krisiun:
    O Krisiun lança um cd melhor que o outro e não deixa seu público (que nunca foi do tamanho do público do Sepultura) na mão.
    Os shows são o que são, sempre lotados (em casas pequenas ou Sesc’s), sempre intensos, e ninguém entra sabendo que tem um intervalo pra pegar uma cerveja nas músicas mais novas.

    Óbvio que “Black Force Domain” é sempre a mais esperada, mas, no último show, foi quase um anticlímax perceber que a música mais esperada não chega perto das mais novas.

    Em suma, as pessoas vão aos shows novos do Krisiun pra ver o show novo do Krisiun, músicas que estão soando muito melhores – não pra ver a turnê de 30 anos do “Beneath the Remains” (que, convenhamos, é melhor que qualquer cd do Krisiun).

    E outra: o “Against” fez 20 anos ano passado… Cadê a turnê comemorativa?
    O Sepultura sabe que não fez nada tão bom desde a saída do Max. E que vai viver, em grande medida, de requentar isso.

    Mas quem quer ir no show pra ver as mesmas músicas de sempre?
    Eu já vi o que eu quero ver do show do Sepultura umas 10 vezes (com o Derrick e com o Max, nos Soulfly, Cavalera e etc, e até pela televisão nos RiR). Pra que vou no próximo show?

    E aí entro no tema dos shows falidos:
    Amorphis veio em todos os últimos 4 CDs.
    A 200 contos?
    Não, obrigado!
    Quem curte já foi em algum desses outros shows. E a situação econômica geral não tá fácil não.
    Produtor tá delirando.

    Pra cobrar valor alto tem que fazer um esquema tipo Overload, encher de banda nacional, evento longo, com line-up coerente, e ganhar no bar, não só no ingresso.
    Ou joga pra uma quinta-feira, que paga mais barato na locação do lugar, divide com o show de pagode depois, sei lá…

    Ou reduz custo ou aumenta o benefício.
    Agora, em qualquer relação comercial do mundo, custo-benefício baixo é certeza de fracasso… A não ser que você seja político do PSDB em São Paulo. Rs

  10. Jessiê

    Se fosse em outra circunstância iria no Vuur, mas a data não me favorece e pagaria no máximo 100. Não curto Amorphis a ponto de me deslocar pra SP e pagar mais que 100 (se estivesse aí e fosse 100, talvez…) O 3.º nem se me buscassem de limusine free uísque+energético, Mariana Ximenes dirigindo e Ellen Roche ao meu lado eu iria (iria na limo só).
    Acho que o Sep tem público fora de grandes cidades, quase revivals de tiozões. Eu até iria por 100 pilas se viessem aqui em Joinville (pura nostalgia e curiosidade de ver sons novos ao vivo), não me deslocaria para Curitiba para vê-los nem de graça na praça (100 km).
    Já o Krisiun eu iria em Curitiba pagando 100 tranquilo.
    Ninguém no Brasil dentro do metal foi ou será do tamanho do Sepultura no auge, nunca mais.
    “Beneath the Remains” pra mim é melhor do que qualquer álbum de metal já lançado por estas paragens.

    Sepultura, Max e cia ficaram décadas tentando fazer a gata parir o tempo passou e a gigantesca relevância deles também, muita gente que consome e vai em shows tava nas fraldas quando o Max tava na banda e simplesmente nem se importa com isso.

  11. Marco Txuca

    Pego tua última deixa, Jessiê: como notei no show recente do Ektomorf, tem toda uma geração se lixando pra Sepultura. Ou Sepultura com os Cavalera.

    Comentava na resenha ter visto mais camisetas do Krisiun q do Sepultura no evento. Evento duma banda inspirada no Soulfly. De q, aliás, nunca vi camiseta à venda. Ué.

    Quem gosta de Sepultura atualmente nem era nascido quando Max tretou e saiu. Vai fazer 23 anos disso. Gosta do Sepultura com o Fumaça, tvz por falta de referência. Tvz por gosto mesmo. Mas nunca pelo extra-musical. Ou pela História anterior.

    Tem quem, das antigas, curta o “outro” Sepultura. Mas só conheço o märZiano (pela memória afetiva) e o Tiago.

    ***

    O tal documentário nem vi. Nem quero. Mas soube do fiasco. Como fazer um documentário sobre Sepultura sem os Cavalera?

    Revisionismo bolsobosta-MBL perde.

    ***

    Além disso: e esse Jesus Jones com Massacration e Malta abrindo? Quem será o público alvo dessa “jam com músicos do Angra e convidados”?

    Puta q pariu. O metal nacional é uma farsa comercial?

  12. André

    Mais uma pra lista de vergonha alheia. Alguém sabia da existência dessa coisa?

    https://www.youtube.com/watch?v=4KiTmiedtb8

  13. Jessiê

    Mano mas é ruim isso hein? Se fosse lançado hoje estavam ferrado todos. O cara até desativou os comments. Mas é horrível.

  14. Marco Txuca

    Indigência Bolsodória Imunda.

  15. André

    Sobre os shows: o Amorphis conheço superficialmente. Não me chamou a atenção o pouco que ouvi. Preciso(ou não)dar uma chance aos manos. Não conheço o Delain, mas, a vocalista é maravilhosa.

    Quando ao Jesus Jones: sério que tem gente desesperada ao ponto de pagar por isso? Levando de brinde Massacration, Malta e Jam com integrantes do Angra. Quem os caras(do angra, no caso) pensam que são?

    Ainda sobre o Sepa: qual o papel da Roadrunner nessa história? Vocês não acham que os caras levaram uma puxada de tapete da gravadora também?

  16. Marco Txuca

    André: até onde sei, a Roadrunner teve algum papel, sim. Terem escolhido um vocalista negão desagradou.

    Ñ sei dizer de onde, mas tinha ouvido falar q o dono do selo é (era) um holandês racista. Fizeram isso um pouco pra peitar o sujeito e se deram mal.

    A outra parte, grande e enorme parte, q as pessoas ainda se recusam a entender: Gloria ficou do lado do Max. Ñ por ser a esposa. Era e ainda é EMPRESÁRIA.

    Sepultura, salvo engano, ainda tem como empresária a ex do ex baterista… Depois ficam alegando boicote e má vontade.

    ***

    Amorphis, amigo: tente “Elegy” ou “Skyforger”. Se ñ te descer, desencane.

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