Thrash com H

3000º POST

terça-feira, 12 março, 2019 por Txuca

A imagem abaixo, se clicada, aumenta.

A melhor época pra se comprar cd – no caso, pra espécimes como eu, q ainda o fazem – é agora. Esses 15 acima? Praticamente zerados, adquiridos a 25 kitgays TODOS num bazar de centro espírita.

Tudo bem q o do Franga ñ valeu o 1,40 dispendido. E nem consegui ouvir inteiro, coisa horrorosa. Mas peguei pq na Galeria do Rock ñ se encontra por menos q 60 mamadeiras de piroca.

Pq esgotou a tiragem, a Paradoxx faliu e certamente a banda ñ tem ace$$o à fita original, pra remasterizar/relançar. Ñ pq seja bom. E, de repente, vai q eu consigo vender mais caro.

***

O ponto é o seguinte: vivendo em São Paulo, tenho desfrutado da condição privilegiada de adquirir cd’s e dvd’s a 1, 2, 3, 5 reais cada. Bazares (de igrejas e centros espíritas) e sebos vendendo de monte, a muito pouco. Pq são doações e qualquer 1 real vira lucro.

No grupo de Acumuladores Colecionadores de Discos do Facebook (em q o amigo Tiago tb frequenta) ñ foram duas vezes q vi relatos de colegas ali encontrando cd’s largados em lixeiras de prédio. Pessoas ñ têm mais “espaço” pra cd’s e ñ se dão nem ao trabalho de tentar vender ou doar.

Tudo bem q a música ñ está, nem nunca esteve, no Lp, no k7, no Cd, no arquivo mp3 ou no pen drive, q são só os veículos pra coisa toda. E a música vem se tornando, parece, aleatória, randômica, Spotify. Mas, sei lá, pessoas ñ têm tido TEMPO e ESPAÇO mais pra música, é isso?

O outro lado da questão é vermos cd’s recém-lançados saindo a 35, 40 kitgays. Como os Overkill (“The Wings Of War”) e Dream Theater (“Distance Over Time”) novos. Fora de proporção ou realidade. Como se os lojistas – ao menos, a maioria dos q vejo na Galeria do Rock – estivessem aderindo à baratosafinsação: “ah, quem compra disco é colecionador, abonado, e paga qualquer valor pra ter o acrílico fetichizado”.

Sim e ñ. Mal se contam 13 lojas de cd na Galeria hoje em dia. Já teve tempo de haver 150. E se continuarem nessa toada, 80% dos remanescentes fecha logo logo. Ou vão ter q baixar o preço pra conseguirem algo.

Todo modo, esta é a situação de momento. Com a ressalva de q em bazares e sebos raramente encontramos algo de metal realmente incrível (o King Diamond acima foi um acaso), ou aquelas raridades importadas de q vimos uma vez e nunca mais. (Apesar de eu ter comprado o primeiro d’Os Mulheres Negras a 2, valendo 300 no ML).

Amigos de fora de SP q eventualmente se interessarem por algo, tamos ae eheh

3 respostas

  1. märZ

    Realmente, esse King Diamond foi um achado. Não tenho nem acho que um dia vou encontrar por aí a menos de 50 paus. Que nunca pagaria num cd.

    Mas, ainda assim, é o preço médio que vai se cobrar por um cd lançamento até, sei lá, agosto desse ano? Dream Fiat já tá sendo cobrado 45 em certas lojas virtuais. Mais frete de, pasmem, 19 cruzados.

    Tenho um amigo que é amigo do Silvio Golfetti, aquele do Korzus, que é dono de selo em SP, e passa a preço de custo pra ele revender no sul do ES entre 15 e 25 cruzeiros, dependendo do cd/artista. Daí vê-se a margem de lucro das lojas. E boa parte desse frete astronômico é gordura e fica com a loja também. Dá pra despachar via correio por 7 ou 8 realezas no máximo.

  2. FC

    Parabéns pelo 3.000º post! E sinto também uma inveja porque NUNCA encontro nada de interessante nas seções de CD’s em sebos.

  3. André

    Aqui na minha cidade(Mogi Guaçu), há duas lojas de cds, mas, só uma que valha alguma coisa. O mais recente cd do Cannibal Corpse não sai por menos de TRINTA REAIS. A maioria dos cds de rock/metal são velhos e com cara de segunda mão.

    “Mas, sei lá, pessoas ñ têm tido TEMPO e ESPAÇO mais pra música, é isso?”

    Espaço físico, não.

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