Thrash com H

30 ANOS DEPOIS…

terça-feira, 16 outubro, 2018 por Txuca

… o q ficou?

3 respostas

  1. Jessiê

    Não lembro de ter ouvido, até porque não curto muito “ao vivo”. O Hammersmith foi um dos primeiros vinis que comprei e curtia, até enjoar… O que restou?

  2. Marco Txuca

    No todo, acho um disco fraco, meio anêmico. Refletindo o Motörhead meio bambo dos 80’s, meio sem gravadora, meio mudando de formação.

    Tem valor pra quem é fã por conter músicas q eles ñ tocariam mais ao vivo depois. Grosso do material do “Orgasmatron” e “Rock’n’Roll”. Ñ é exatamente a melhor fase da horda.

    Tem algum valor ainda por conter a estréia de “Just ‘Cos You Got the Power”, jamais gravada em estúdio e bastante executada em show (pq mais cadenciada) nos últimos anos do Motörhead.

    No Metal Archieves, sujeito cometeu resenha uber elogiosa, q ñ entendo e compartilho pra efeito de comparação. Chegou a dizer q a versão de “Ace Of Spades” daqui é melhor q a de estúdio…

    Aff

    https://www.metal-archives.com/reviews/Mot%C3%B6rhead/N%C3%B6_Sleep_at_All/947/hells_unicorn/29518

  3. Marco Txuca

    Faltou dizer q prefiro o semi-oficial, “Live At Brixton”, já resenhado por aqui outrora:

    http://thrashcomh.com.br/thrash/2015/03/vale-pela-arqueologia/

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