Thrash com H

EMBATE 2

sábado, 14 julho, 2018 por Txuca

versus

25 respostas

  1. Tiago Rolim

    Não saberia responder. Tirando uma música ou outra de cada um que toca nas rádios, nada sei de ambos. Recomenda?

  2. FC

    Journey.

  3. André

    Journey. Do Toto, só conheço os hits.

    Uma dúvida: são bandas tmais voltadas pro público norte-americano mesmo(se é que existe alguma que não é)? Digo, pq parece ser o tipo de banda que norte-americano adora. Survivor, Foreigner(que é britânico), Styx, etc.

  4. Jessiê

    Pra mim é nada e coisa alguma.

  5. Marco Txuca

    Então, Tiago: do Toto recomendaria esse “IV” ou “The Seventh One”, ou ainda o dvd “Live In Amsterdam”, comemorativo de 25 anos. Ou de ambos alguma coletânea.

    Então, André: é o tal do AOR (Adult Oriented Radio), rock de arena americano, domesticado e criado pra vender e tocar no rádio. Kansas, Boston, Styx, Poco, Toto, Journey, Cheap Trick, Foghat, fase acessível de Blue Öyster Cult, entre outros tantos. Só vingam nos EUA.

    O Asia, britânico, foi uma tentativa disso. Até q vingou. Survivor era canadense, two hit wonder e só vingou pq o Stallone deixou ahah

    E da minha parte, entre “IV” e “Frontiers”, “IV”.

  6. märZ

    O Foghat creio que pende mais pro classic rock, não é tão acessível.

  7. Marco Txuca

    É tvz sim. Como o Aerosmith setentista. É q pus no balaio das bandas estadunidenses q só vingaram por lá, meio criadas tb pra concorrer com as bandas britânicas q se mataram pra dar certo nos EUA e ñ rolou.

    Como o Queen e o Thin Lizzy.

    Grand Funk Railroad tb só pegou nos USA, mas sei lá em q prateleira entraria…

    No mais, link sobre AOR:

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Album-oriented_rock

  8. André

    Do Toto, o único album que ouvi inteiro foi o Falling In Between de 2006 em que eles tentaram ser o Dream Theater. Até onde consigo me lembrar pelo menos.

  9. André

    Ah, e o Roupa nova é Toto brasileiro. Pelo menos, é o que dizem.

  10. FC

    Acrescente aí também no sucesso do AOR nos Estados Unidos o fato de ser um reflexo dos anos de governo Reagan. Isso explica um pouco como esse rock careta, conservador e inofensivo teve tantos adeptos na época e tem até hoje, junto aos redneck.

  11. doggma

    Toto IV. Tocavam e cantavam muito consumindo uma quantidade épica de cocaína. Campeões.

    Esse Journey tem os sons que rolam nos “Tron” (original e a continuação xarope), então rola um saudosismo. Mas o disco não se decide entre o hard e o AOR e fica naquela hesitação eterna, parece que nunca deslancha.

    E o Roupa Nova é muito melhor que os dois.

  12. doggma

    Aliás, esse conceito do AOR como “rock careta, conservador e inofensivo” tende a evaporar quando se olha mais de perto. Sexo, drogas e quebra-paus nos bastidores eram a ordem do dia.

    Especialmente a 1ª geração, lá de Laurel Canyon, LA (Joni Mitchell, Carole King, Crosby, Stills, Nash & Young, Buffalo Springfield) até Eagles & cia:

    https://andrebarcinski.blogfolha.uol.com.br/2013/02/14/hotel-california-e-a-era-dos-excessos/

    O pessoal metia o pé na jaca com força.

  13. Tiago Rolim

    Pode crer. AOR eu gosto. Vou ouvir os 2 discos. E os caras gostavam de uma putaria pesada. Tem um.documentário dos Eagles que é muito revelador nesse aspecto.

  14. doggma

    Opa, não assisti esse. Qual o nome?

  15. Marco Txuca

    Então… na atitude em bastidores, sexo drogas & rock’n’roll. Enquanto produto, rock inofensivo e amestrado. Pra vender milhões e anestesiar multidões.

    Saiu ranking dos artistas q mais faturaram este ano, até agora. Eagles (!!) está em 6º!

    https://whiplash.net/materias/news_765/286329-rollingstones.html

    Fora isso, vemos como a engrenagem, o “big wheel” prosseguiu com a coisa. Vide os anos 90 e seus filhotes de Pearl Jam e roqueiros de laboratório. Creed, Candlebox, Silverchair, Days Of the New, Nickelblargh e o multiplatinado e formador de gerações… Foo Fighters!

    ***

    Quanto ao Roupa Nova… decepção monstra de ver os amigos por aqui admirando. Ñ acho nunca superior a Toto ou AOR. Acho coxinha, conservador, reaça e estéril até a morte.

    Por outro lado, ameniza minha culpa de andar postando Toto, Journey e Def Leppard num blog q se presta(va) a tratar de thrash metal ahahah

  16. Jessiê

    Vcs estão tudo doido. Hahahahah.

  17. märZ

    Não curto Journey, Toto ou Roupa Nova. O máximo que cheguei perto desse tipo de banda foi pedir à banda de filipinos que tocava num pub na China pra levar “Don’t Stop Believing”, só de onda. Eles tocaram, e muito bem.

    Tocaram também, na sequência, “Stairway To Heaven” e Michel Teló. Sério.

  18. doggma

    Bizarro, rs…

    AOR, soft rock, etc, era tabu pra mim em termos de estilo musical. Hoje enxergo a beleza de uma produção coesa, de um arranjo que sabe utilizar vários recursos, de vozes afinadas e de instrumentais precisos. O grupo Steely Dan é meu pastor e nada me faltará, heh

    O Roupa acho exímio em visitar diferentes searas musicais sem forçar a barra ou diminuir o nível técnico. Só por isso já acho superior ao Toto, que é bem unidimensional na proposta.

  19. André

    “E o Roupa Nova é muito melhor que os dois.”

    Nem de brincadeira. Tem seus momentos, mas, é bem irregular, pra dizer o mínimo. Banda de vó.

  20. Marco Txuca

    “Banda de vó” define. Nada a acrescentar. Agora a parte “sem forçar a barra” eu discordo: ñ foram eles q lançaram dvd ao vivo recente tocando Linkin Park??

    Outro aspecto: RN eram músicos de estúdio, como tb outros contemporâneos estéreis, o Rádio Taxi. Gravavam Rita Lee, Guilherme Arantes e mais sei lá o q nos primórdios oitentistas.

    Journey eram músicos q tocavam com Santana (o q ñ entendo), tirando Steve Perry, q entrou depois e era o amador q virou estrela. Toto os caras tocavam nos discos pica do Michael Jackson: vejam lá nos encartes de “Thriller” e “Bad”: cheio de grooves de Jeff Porcaro e guitarras de Steve Lukather. Exceto o solo vanhálico de “Beat It”.

    A obra, a meu ver, já coloca qualquer comparação bizarra em seu devido lugar ahah

    ***

    Por outro lado, o momento constrangedor máximo dos últimos anos: Steve Perry fazendo agradecimentos no Rock’n’Roll Hall Of Fame do ano passado.

    https://www.youtube.com/watch?v=gxh8OzcQwP4

    O cara todo simpático, agradecendo a Deus e ao mundo, contando com a devoção do mini-filipino q canta atualmente na banda e o absurdo anticlímax dos demais integrantes, nem querendo ENCOSTAR no sujeito…

    Consta q ele ABANDONOU a banda, foi isso?

  21. FC

    Recomendo o documentário que narra a trajetória do filipino quando entrou no Journey. Mesmo pra quem não curte a banda, é um registro bem interessante, que detalha tudo o que já foi falado aqui no post.

    Sobre o Roupa Nova, vale ressaltar que boa parte do rock nacional dos anos 80 foi não oficialmente gravada por eles. Tem até uma história, não me lembro agora se foi o Roger ou o Nasi quem contou, mas uma vez um guitarrista não estava conseguindo acertar uma música e o Liminha falou “toca direito logo isso aí, ou eu vou ter que chamar o Roupa Nova DE NOVO”.

  22. Marco Txuca

    Certeza q foi o Roger. Ira! e Liminha ñ se bicaram.

    Outra coisa ainda: Caetano roubou de “Hotel Califórnia” (ou teria sido o Pepeu, q arranjou?) o riff de “Menino do Rio”.

    ***

    Pego outra deixa, do amigo doggmático: o tempo, a idade, vão nos tornando mais abertos à MÚSICA mesmo. E esse povo AOR sabe/sabia tocar pra caralho mesmo.

    O q fica, ao menos pra mim, é poder apreciar pela música em si. (Porra, baterista do Toto é Simon Philips, monstro). Pq enquanto conteúdo é puro comércio e romantismo de FM.

  23. doggma

    Acho por aí…

    Nunca dei bola pro Roupa Nova. Mas quando assisti o dvd do Acústico deles (mais pra ver o Ed Motta), tive um outro parâmetro do nível e da versatilidade do grupo. O Serginho canta (e muito) ao mesmo tempo em que manda superbem na bateria, o Feghali dá um show no piano e órgão E violão E baixolão, os backings são de uma exatidão assustadora, não há um único desencontro ou semitonada – parece uma única voz.

    Isso tudo se vê em trechos de shows no YT gravados em celular, sem aquela produçãozinha amiga por trás.

    Tem coisas ali de smooth jazz e moda de viola, por exemplo, que Toto e Journey jamais arriscariam na zona de conforto Hard/AOR. E estão errados, vendendo milhões no mundo todo?

  24. Tiago Rolim

    Outra boa banda dessa seara é o Doobie Brothers. Aliás, tem um dvd deles do último show dos caras em 1982 que é fantástico. Um dos melhores dvds de Rock que eu tenho. Vibe alto astral geral. De todos só integrantes da banda. Os que saíram e os, até então, atuais. Uns 12 caras no palco. E eles acabaram mesmo. Por 10 anos. Aí acabou a grana e o negócio é voltar p turnês de reunião (coisa antiga esse golpe), discos novos que ninguém.liga e toca o barco até a morte. Ou além… Caso do Eagles. Cujo vocalista e guitarrista fundador morreu e daí?

  25. märZ

    Podem ser bons o que for, não me desce.

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