Thrash com H

30 ANOS DEPOIS…

quinta-feira, 5 julho, 2018 por Txuca

… o q “ficaram”?

8 respostas

  1. märZ

    Ficou o album fora da curva do Slayer, onde deram uma segurada na velocidade e trabalharam mais as músicas, algo que se concretizou no lançamento seguinte. Quando saiu, ninguém entendeu muito bem e sofreram até algumas críticas por parte dos mais radicais.

    Esse Overkill é expetacular, com músicas alternando cadência e velocidade disparada, e ótima performance de Blitz. É um dos melhores albuns de thrash metal que já escutei. E mantiveram o nível nos dois que o sucederam.

  2. Cassio

    Esse trabalho do Slayer gerou críticas à época do lançamento mas foi crucial para a continuidade da banda. Foram corajosos em não tentarem um “Reign in Blood 2” (tentaram anos depois algo do tipo e não rolou…)e baterem de frente com o público mais radical daqueles tempos. Hoje em dia, muitos voltaram a criticá-lo, desde os fãs, passando pelo autor da biografia do Slayer (Joel McIver, se nao me engano) chegando até alguns membros da banda. Eu o considero um dos melhores da banda (tirando umas 2 ou 3 faixas realmente fracas), Lombardo com uma fantastica performance; ajudou a apontar novos caminhos para a banda e o estilo. (7,5/10)

    Quanto ao “Under the Influence” do Overkill, tem a cara do thrash oitentista clássico. Vocais rasgadoes, velocidade e pra mim a maior marca dos caras, as linhas de baixo bem estaladonas. Segue sem muitas inovações a sonoridade dos 2 primeiros, sendo pra mim o mais fraco da trinca, inclusive na produçao/gravação. A guinada no som começou no seguinte, o ” The Years of Decay” (até hoje o melhor deles pra mim, seguido do “feel the Fire”). (7,5/10)

  3. Marco Txuca

    Um off antes de pitacar. Linkei opinião de Thomas Haake (Meshuggah) sobre Vinnie Paul e seu legado baterístico, ali no post sobre Vinnie Paul, virando a página.

  4. Jessiê

    O Overkill não manjo.

    O Slayer ficou entre dois álbum maravilhosos o que sem dúvida é foda pra qualquer trabalho. Mas eu gosto é diferente é pesado tem muita coisa boa eu acho que ele está para o Hell awaits como o Seasons está para o Reign, se me entendem. Na época se dizia muito de um thrash progressivo, algo assim.
    Pra mim clássico irretocável, envelheceu bem e escuto sempre.

  5. Marco Txuca

    Pegando a deixa do Cassio, sobre Dave Lombardo em “South Of Heaven”:

    embora seja reconhecido – e o será até a morte – pelo desempenho (soberbo e desbravador) em “Reign In Blood”, o q o homem toca em “South Of Heaven” transcende.

    As viradas em “South Of Heaven”, “Behind the Crooked Cross” e “Mandatory Suicide”; o pau comendo solto em “Silent Scream” e “Ghosts Of War”. E mesmo o groove em “Spill the Blood”, q chocou por ter sido a primeira do Slayer com guitarra limpa.

    Balada, na época.

    Fora o desempenho e bom gosto nas concepções baterísticas, “South Of Heaven” tem uma das melhores gravações baterísticas q já ouvi. O som dos pratos é magnífico, nunca ouvi alguém replicar até hoje.

    Ñ é meu disco preferido, mas concordo q foi o cimentador da carreira dos caras. É o “disco Judas” deles. No “Seasons In the Abyss” souberam integrar o feeling deste com a virulência do “Reign In Blood”. Tese, antítese e síntese, se o thrash metal fosse baseado em dialética ahah

  6. märZ

    Concordo que “The Years Of Decay” seja o maior momento do Overkill. E tenho o mesmo em vinil americano.

  7. Cassio

    Marz – esse “”the years…” do overkill eu sequer o vi em versao vinil. Como é a sonoridade em vinil, visto que no CD é quase uma hora de som?

  8. märZ

    Há anos não o ouço em vinil, mas de memória me lembro que o som era cristalino. E tem todas as musgas que vêm no cd.

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