Thrash com H

30 ANOS DEPOIS…

quarta-feira, 11 abril, 2018 por Txuca

… o q ficou?

7 respostas

  1. Cassio

    Último grande disco do Iron. Só melhorou com tempo. Pra mim, o canto do cisne.

  2. Tiago Rolim

    O derradeiro tijolo de ouro do mural histórico da banda. Depois foi caindo p prata, bronze, latão, romanel, barro e tijolo normal mesmo heheheheheh

  3. Jessiê

    Último disco de uma das maiores bandas de metal que já existiram, depois desse virou outra banda…
    Não é meu preferido, mas é o que mais escuto, o único que tenho prazer em ouvir do início ao fim, que toco pra rodar sozinho em casa, ou no carro.
    Pra mim só pontos altos nem tenho muito o que se destacar “The clairvoyant”, “Only the good die young”, “The evil that men do”… Toda a construção plástica, as melodias, o conceito, a veia prog iniciada em momentos do “Powerslave”, a ousadia de tentar tantos elementos fora do metal com a certeza de quem sabe o que está o que está fazendo.
    Simplesmente sensacional!
    Duas lembranças da época do lançamento: O pessoal mais radical dos primórdios da banda torceram o nariz para tal trabalho, vindo a curtir bem depois. As camisetas sensacionais que tal álbum gerou bem como os pictures discos e os EP’s singles da época que as capas do Iron eram obras de arte com relevância indiscutível!
    Bons tempos que neste caso acho que nunca voltarão.

    (Putz 30 anos!!!)

  4. märZ

    “Duas lembranças da época do lançamento: O pessoal mais radical dos primórdios da banda torceram o nariz para tal trabalho, vindo a curtir bem depois” – fui um deles, demorei a comprar esse disco pois não engolia a sonoridade e na época só tinha ouvidos pra thrash metal.

    E concordo que tenha sido o último realmente clássico, ladeira abaixo depois disso.

  5. FC

    Uma obra-prima. A interpretação do Bruce em “Infinite Dreams” e na faixa titulo é digna dos maiores cantores de ópera da história.

  6. André

    Disco gorduroso. Até chato em alguns momentos. No No Prayer…, eles deram uma secada nas músicas e elas fluíram bem melhor, na minha opinião. Mas, de fato, é o último disco icônico da banda.

  7. Marco Txuca

    Pois é, André, parece q começamos este papo no mês passado, hum?

    http://thrashcomh.com.br/thrash/2018/03/embate-50/

    Ñ acho um disco ruim, tem músicas fantásticas nele. Mas acho q eles ñ estavam prontos pra vôos mais altos, mais técnicos.

    O “Somewhere In Time” anterior, acho melhor acabado. E ñ foi por culpa dos teclados em “Seventh Son..”. Acho q a maior culpa por esse disco haver envelhecido estranhamente (tucanismo pra “mal”) foi a banda só ter tocado até enjoar os mesmos 2, às vezes 3, sons dele ao vivo.

    Sempre “The Evil That Men Do” ou “Can I Play With Madness?” no set. Ocasionalmente “The Clairvoyant”. As menos difíceis de tocar.

    Concordo com FC na interpretação soberba de Bruce em “Infinite Dreams” e em “Seventh Son” – q, no mais, ficaram fora do set até… recentemente – mas ao vivo deixavam pouquinho a desejar.

    A quem já viu (duvido quem ñ tenha visto) o “Maiden England”, recentemente relançado remasterizado (e demorado…), só ver q Bruce mal aguenta cantar “Seventh Son Of A Seventh Son” direito ali. Pq o som foi puxado meio rápido. E na parte intermediária, de teclados e baixo, fica errado uma certa sincronia ali.

    “Voltar atrás”, ao básico, no “No Prayer For the Dying” seguinte, insisto, foi timing e questão de sobrevivência. Ousar desse jeito a banda ñ estava aquilatada ainda… Fora q é um disco conceitual q ñ ficou redondamente conceitual, né ñ?

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