Thrash com H

S.U.P. AUDIOVISUAL

sábado, 27 janeiro, 2018 por Txuca

Vi o Motörhead 5 vezes. Em 1996, 2000, 2007, 2009 e 2011, quando já achei capenga e jurei ñ mais ver. E o fiz.

Por outro lado, tenho o show de 2007 como o melhor. Estavam na turnê do impecável “Kiss Of Death” e tocando ainda muita música do “Inferno” (2004) anterior. Tenho, em retrospecto (por conta dum dvd pirata dessa turnê), como o último ano realmente bom de Lemmy Kilmister capiteneando aquela putaria organizada.

Daí descubro no You Tube show simbolicamente ocorrido em 07.07.07 no Festival de Jazz de Montreaux. Como q pra carimbar aquele ditado “morro e ñ vi tudo”. Sensacional pq compacto (por volta de 45 minutos), com a primeira fala simplesmente memorável (reparem as entonações quando Lemmy fala em “jazz festival” e em “rock’n’roll” eheh) e “Sacrifice” como segunda música, com solo duns 5 minutos de Mikkey Dee.

O mais jazz q o Motörhead jamais chegou perto. Fora o repertório ligeiramente mais ameno. Áudio e vídeo muito bons, podiam lançar o dvd, em vez de disquinhos caça-níqueis, hum?

No mais, “Rosalie” na abertura, só me faz crer q a banda só falhou em nunca ter lançado disco com versões de Thin Lizzy. Teria ficado do caralho.

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O Coroner viria pra cá em 2014. Inacreditável. Comprei o ingresso o mais rápido q pude (vai q lotava), assim como prontamente peguei a grana de volta quando “adiaram” a vinda, faltando poucos dias. Desacreditei q reagendariam, e quando o fizeram já tinha usado a verba pra outra coisa – ñ lembro bem o q – e deixei de ir pq acabou sendo numa terça ou quarta-feira, dia útil, o q a idade e a vida laboral ñ me permitiram conciliar.

Até me arrependi disso, mas tendo em vista o box “Autopsy” adquirido no fim de 2016, e q eu enchei o saco por aqui de tanto recomendar, me senti compensado. Afinal, imagino q o show todo ñ tenha contemplado tudo o q os dvd’s ostentam.

Cansei de tentar achar no You Tube o show de reunião – na verdade, músicas avulsas ao longo de turnês de volta, entre 2011 e 2014 – do dvd. No máximo, há “Son Of Lilith” e “Divine Step (Conspectu Mortis)”, q obviamente têm seu valor, mas é pouco. Mesmo o documentário histórico, “Rewind”, ñ achei inteiro. Mas vai q existam outras formas de ver tudo isso, ou baixar, q o redator aqui ainda desconhece. Sei lá.

Daí encontro show da banda no francês Hellfest, ano passado. Inteiro. Denso. Foda. E q dá a noção do embasbacamento deste babaca quando vos posta a respeito do box. E já sem o baterista original, q tvz tenha alterado aqui ou ali alguma coisa, de modo tvz imperceptível pra quem ñ toque bateria. Pra abrir aquele sorriso de orelha a orelha até a gente se perder…

Prometeram disco novo pra ano passado, ainda ñ saiu. Será q sai?

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O Napalm Death, por sua vez, vi duas vezes. Ñ lembro os anos – e deu preguiça de procurar – mas foram na Led Slay (2003?) e na Broadway (ñ sei se antes ou depois do outro). Curtia a banda e curti os shows, mas ñ era ainda aprofundado na discografia e na distinção de sons escarrados um após o outro, sem dó.

No da Broadway, lembro de ter sido dos poucos a prestar atenção em “You Suffer”, q quando fui ver já tinha sido. No show aqui abaixo (festival de Glastonbury, no ano passado) eles tb o tocam sem q nenhuma das câmeras captasse ahahah

E o set-list descrito nos comentários tá meio bagunçado; alguns sons ñ batem a ordem. E o guitarrista ñ é Mitch Harris, q continua afastado da banda por “problemas familiares”, tendo no lugar um tal de John Cooke, dread-lóki.

A recomendação segue ainda com duas dicas: 1) leiam os comentários sobre o show, alternando entre o impagável, o improvável e o inacreditável (como aquilo de pessoas ñ lerem comentários anteriores e repetirem mesmos assuntos); 2) tentem assistir sem se incomodar com as MEIAS de Barney Greenway.

Q porra é aquilo?


CATA PIOLHO CCLXIII – “Die By the Sword”: Slayer ou Accept? // “The Garden”: Guns N’Roses ou Rush? // “My Pain”: Triptykon ou Lacrimosa?

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